Posição da entidade em relação à classificação indicativa
O presidente da Associação de Roteiristas, Marcílio Moraes.
A AR (Associação de Roteiristas) lançou na semana passada um documento oficializando a nova posição da entidade em relação à classificação indicativa.
A entidade que representa os autores de novelas é agora oficialmente contrária à classificação indicativa de programas de TV realizada pelo Ministério da Justiça. Considera uma “nova forma de censura”.
Documento anterior da AR dizia que a associação era favorável à classificação indicativa, mas contrária à vinculação de horários _ou seja, aceitava que um programa fosse classificado como impróprio para menores de 12 anos, mas não ser obrigatoriamente veiculado apenas após as 20h, como é hoje.
Presidente da AR, Marcílio Moraes (autor de Ribeirão do Tempo) esclarece que essa posição favorável à classificação indicativa foi tomada antes da edição da portaria 1.220, de 2007, que estabeleceu as normas em vigor e um manual que considera a adequação do conteúdo para diferentes faixas etárias conforme o percentual de sexo, violência e drogas que ele apresenta.
No novo documento, a AR afirma que seria uma traição aos autores e roteiristas apoiar a classificação indicativa, que, no entendimento da entidade, interfere no trabalho do autor, limitando a criação artística e impondo às emissoras uma autocensura.
O documento foi enviado ao Ministério da Justiça, que está realizando “consulta pública” para determinar mudanças no atual manual de classificação indicativa. A AR se recusou a dar sugestões.
“Nós não vamos nos comprometer com um manual que fala em 10% de sexo, essas coisas malucas. Somos em princípio contra a interferência no trabalho do autor”, afirma Marcílio Moraes.
O roteiro é o calcanhar de Aquiles do cinema brasileiro. Foi visando sensibilizar a sociedade e os poderes públicos para esta questão que a Diretoria da Associação dos Roteiristas, AR, decidiu recomendar a todos os seus associados que não participem do edital de Desenvolvimento de Roteiros do Ministério da Cultura. Leia o documento que analisa e sugere soluções para os problemas que enfrentamos.
No convite que recebi do Minc para participar deste seminário, vem proposta a seguinte questão:
“Ao contrário dos autores e intérpretes de obras musicais, os autores e intérpretes de obras audiovisuais não desfrutam do direito de remuneração pela execução pública dessa categoria de obras. Como superar esse tratamento diferenciado?”
Esta é a pergunta que me cabe. Creio que, ao apresentar a mim mesmo e à entidade que represento, já estarei começando a responder.
No Brasil, a telenovela é o produto mais cultuado pelas massas, carro-chefe da programação da nossa TV aberta. Impossível negar que a telenovela é cultura popular. Bem ou mal, reflete e dissemina nossos costumes, é ponto de referência em todos os segmentos sociais. Atrelada hoje ao megashow global, a partir da década de 1990, perdeu qualidade. Por que?
ISAN é a sigla de International Standard Audiovisual Number. ABRISAN é Associação Brasileira de Registro de Obras Audiovisuais. Ou seja, a ABRISAN é a agência que, no Brasil, faz o registro ISAN.
O custo do registro de cada obra é 25 dólares. Pelo convênio que assinamos, os associados da AR só pagarão 22 dólares. O mais importante é que começamos a cuidar profissionalmente do que produzimos. Leia mais.
Marcílio Moraes, Renê Belmonte e Sylvia Palma foram a reunião do Conselho Internacional de Criadores Dramáticos, Literários e Audiovisuais, organizada pela Abramus, com o patrocínio da Cisac.
Leia a fala do Marcílio no encontro.
Já em pleno século XXI, as novelas continuam sendo nosso principal produto de exportação e maior entretenimento da população. Por isso mesmo a pergunta: até quando? Será que a novela, ao lado do futebol e da música, sempre terá lugar cativo no coração dos brasileiros?
Acredito que sim, mas sinceramente, o alerta vermelho já foi acionado. Sem dúvida, há algo de podre no reino da Dinamarca. Leia o artigo.
Roteirista e autor de teatro, pertence a nova geração de criadores da TV brasileira. É o autor e criador da série “Mothern” que chega a sua terceira temporada de sucesso no canal a cabo GNT e em 2007 foi indicada ao Emmy Internacional.
Uma das discussões mais frequentes e sem fim no meio cinematográfico e seus derivados é a resposta à questão: quem é o autor do filme, o diretor ou o roteirista?
AR marca presença na Conferência Nacional Preparatória de Comunicações
AR participou da "Conferência Nacional Preparatória de Comunicações: uma
nova política para a convergência tecnológica e o futuro das comunicações".
A associação foi representada por Graziela Dantas, que foi certificada pela
sua participação. É AR marcando presença nos mais importantes movimentos da comunicação brasileira. Clique aqui para conferir o certificado.
O primeiro encontro da Comissão de Regulamentação da atividade de roteirista contou com a participação de Beth Rito, Chico Soares, Cristiano Requião, Denise Fontoura e Renê Belmonte. Leia a ata da reunião.
A Associação de Roteiristas está realizando um estudo de mercado junto a profissionais e produtores a fim de publicar uma tabela tabela profissional voltada para roteiristas brasileiros e/ou estrangeiros residentes no país e que tenha como referência os princípios do Código de Ética da Associação Brasileira de Roteiristas de Televisão, Cinema e Outras Mídias. Veja a tabela provisória.
Leia o relatório de Graziella Moraes - Diretora de Comunicação AR.
produção: Paula Richard | edição:
Patrícia Oriolo
webdesign: IDigitais
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